Neste fim de ano temos duas novidades. Vejam a primeira. Para quem assistiu a um filme no Cine Brasil, é um prato cheio (caneca cheia ;-)) para matar saudades de um patrimônio nosso que não existe mais. A Patrimônio de Minas quer preservar até o que está somente na nossa memória.
Hoje de manhã a Rádio MEC tocou a excelente música Nóis é jeca, mas é jóia, do compositor Juraíldes da Cruz. E olha que surpresa, ele acrescentou uma frase na letra original:
"Nóis ranca bicho-de-pé com canivete, mas já tamo na internet... Nóis é jeca, mas é jóia."
Essa foto foi tirada na Rua do Ouro, em Palma. É uma placa fixada ao lado do portão de entrada de uma residência. A foto foi tirada ano passado (ou no outro ainda), mas até hoje ainda está lá, para quem quiser conferir.
Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho escondido no sul de Minas. - Essa terra dá mandioca? - Num dá, não, sinhora. - responde o roceiro. - Dá batata? - Tumem não, sinhora! - Dá feijão? - Nunca qui deu! - Arroz? - De jeito nenhum! - Milho? - Nem brincano! - Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada? - Ah!... Si prantá é diferente...
Nossa proposta é valorizar o patrimônio de Minas Gerais e oferecer lembranças das nossas riquezas. Encomendas com Imaculada por email patrimonio.de.minas@gmail.com ou por telefone (32)8448.0354.